Ocorreu um erro neste gadget

segunda-feira, outubro 24, 2005

Cassia grandis

Cassia grande é uma árvore sem grandes atrativos o ano todo mas na floração ela toma conta da paisagem. Essa eu demorei para tirar a foto e acabei perdendo o auge da floração quando ela fica sem folhas apenas com as flores rosas. É uma escolha excelente para se plantar próximo a um lago como essa que está no Parque Ecológico da UNICAMP. Fico devendo uma foto dela no auge e do reflexo na água. O Parque Ecológico era o antigo viveiro municipal e por isso tem muitas árvores interessantes. Posted by Picasa

Commelina erecta L.

Bem, essa minúscula flor é parte de um matinho tipo grama que circundava o abricó-de-macaco que publiquei antes. Quem souber o nome me fale que eu acerto aqui o título.
Obrigado, Paulo, pelo comentário!Posted by Picasa

Couroupita guianensis

Mais uma do abricó-de-macaco. Um amigo meu americano que mora no Rio, o Peter, ficava rindo do nome dessa árvore. De apricot ela não tem nada, dizia ele. O Peter gosta muito de natureza e sempre conversávamos sobre esse assunto. Eu acho que foi pela flor e não pelo fruto que a árvore ganhou o nome, pois o perfume forte da flor poderia remeter à outra fruta também perfumada. Já o nome indígena é macacarecuia certamente se referindo ao formato do fruto (tem um fruto visível nessa foto, vamos ver quem acha). Ou quem sabe foi o nome cuia-de-macaco pelo qual ela também é conhecida que sofreu a corruptela para cú de macaco e depois suavizado para abricó. Pensando bem, acho essa última hipótese a mais provável... Posted by Picasa

Couroupita guianensis

Marília, aqui vai seu pedido atendido. Eu estava para ir até o bairro Vila Nova fotografar essa árvore mas sempre adiava. Seu email me deu a força que faltava. Estou publicando algumas fotos dessa árvore no blog, essa foto, apesar de um pouco fora de foco dá bem a dimensão do exemplar. Espero que você goste.Posted by Picasa

Couroupita guiannensis

O abricó-de-macaco é uma árvore comum no Rio de Janeiro mas em Campinas é rara. Essa fica no bairro Vila Nova numa praça. Muito mais frondosa que as encontradas na rua Visconde de Caravelas em Botafogo no Rio. Já me acostumei a ver as mesmas espécies que encontrava no Rio se desenvolverem muito mais aqui. Parece que o clima, o solo, sei lá fazem essas árvores vitaminadas. Posted by Picasa

domingo, outubro 23, 2005

Hibiscus tiliaceus L.

Para quem não foi ao link que coloquei dois posts abaixo, fique sabendo que essa árvore não é nativa do Brasil. O que não a faz nem mais nem menos bonita. Sua prima a hibiscus pernambucensis é brasileiríssima, mas ocorre também na américa central. Agora reparem nessa foto também enviada pela Gláucia e o Luiz. Que barato esse quadrado preto e branco contrastando com as formas tortuosas dos troncos. Posted by Picasa

Hibiscus tiliaceus L.




















Essa foto é da mesma árvore do post anterior. A foto foi enviada pela Gláucia e o Luiz e mostra bem quão grande essa árvore pode chegar. Cortei a ponta da foto para sumir com um poste e colori o céu de azul. Mudei a foto para vertical o que no final valorizou um pouco a calçada com os desenhos do Burle Marx. Desculpem-me os autores se não gostaram do resultado. Posted by Picasa

Hibiscus tiliaceus L.
















Gláucia e Luiz me mandam essa foto de uma árvore super comum no Rio. Na minha pesquisa a mais parecida que encontrei foi o algodão-da-praia que tem o nome científico de hibiscus pernanbucensis. Mas essa do Leme tem um tons escuros no centro das flores que o algodão-da-praia não tem. Eu tenho ótimas recordações dessas árvores, especialmente um exemplar que fica numa pracinha da Urca, mas essa é outra estória. Essa aí da foto tem os troncos entrelaçados que evocam uma sensualidade de Rodin.
Inconformado com a pequena diferença que reparei nas flores pesquisei mais um pouco e verifiquei que meu engano chamando de hibiscus pernambucensis o hibiscus tiliaceus não é tão incomum. Encontrei um site dedicado a explicar a diferença.
As duas espécies são muito parecidas sendo a diferença nas flores que eu notei a mais óbvia.
Posted by Picasa

Musa acuminata Colla subgrupo Cavendish

Banana Nanica. Ela tem as folhas mais largas e com poucos rasgos e é bem pequena. A foto foi tirada olhando para frente, vemos que a árvore é menor que eu. Na verdade sempre me intrigou porque a banana nanica era tão grande. Na verdade nanica é a árvore. Nos livros a banana nanica e a banana dágua são sinônimos, mas acho que a banana dágua do Rio de Janeiro é diferente da nanica de São Paulo. Posted by Picasa

Myrciaria trunciflora















Jaboticaba. Cada pontinho branco nas frutas é o brilho do flash. Lembro de uns amigos que tem uma jaboticabeira que dá frutos brancos, só vi em livros e mesmo assim mencionado no texto nunca em fotos. Preciso ir lá tirar umas fotos antes que me tomem por mentiroso.Posted by Picasa

Myrciaria trunciflora

Na linha do mais tronco e menos flora publico essa jaboticabeira. A parte em que o tronco aparece é que já comemos as frutas. Aqui em Campinas aprendi a técnica da garrafa PET para pegar as frutas. Basta cortar a garrafa e numa parte da borda corte uma curva como um sorriso. (claro até a garrafa estará sorrindo) Depois é só passar a garrafa pelo tronco de baixo para cima com essa parte do sorriso virado para o tronco, um pouco de pressão deforma a garrafa que abraça o tronco enquanto ela enche com a frutas.Posted by Picasa

domingo, outubro 16, 2005

Caesalpinea ferrea


Esse tronco da caesalpinea ferra é uma homenagem ao meu primo Luiz Guilherme que clamou por mais troncos e menos flores no blog. Agora ele ficou devendo uma interpretação filosófica para a preferência, mas cuidado que o resto da família vai interpretar psicanaliticamente, como de costume. Mas reparem que esse tronco é quase um teste de Roshard, cada um vê o que quer. Posted by Picasa

Clerodendrum thomsonii


Lágrimas de cristo. Vi uma foto da casa de meu bisavô na rua Jardim Botânico 248 onde uma imensa trepadeira dessas ilustrava a entrada. Essa aí fica na varanda da minha casa. Reparem que eu ando preguiçoso e só tiro foto de árvores do meu quintal. Posted by Picasa

Magifera indica


Todos devem reconhecer a mangueira. Mas essa é especialíssima pois fica no meu quintal. E como está ao lado do terraço me permite colheitas das mangas mais altas sem sair de casa! Posted by Picasa

Erythrina velutina Willd


Mulungu, tirei essa foto para mostrar o tamanho que essa árvore pode chegar. Reparem nos balanços (balanças para o pessoal de Campinas) para ter uma noção do tamanho. Ela tem uma floração semelhante a sua prima especiosa porém num tom mais rosado e o grande tchan dessa árvore são os feijões vermelhos. Suas vagens se abrem ainda na árvore e as semente vermelhas brilhantes ficam a amostra. Fico devendo a foto das sementes. Posted by Picasa

Thunbergia


tumbérgias no meu terraço. Elas nascem no chão e subiram até o segundo andar. Atraem besouros pretos redondos que voam pesados de flor em flor e as vezes entram por engano na minha cozinha. Posted by Picasa

Jacaranda mimosaefolia


Jacarandá mimoso. Essa é a avenida 1 de Barão Geraldo, onde fica essa fieira de jacarandás. É uma árvores super comum na Cidade Universitária, mas por incrível que pareça é uma espécie Argentina... Esses da foto não estão no auge da floração que ocorreu uns dias depois da foto. Para completar, a floração dura bastante ao contrário dos ipês e podemos curtir por mais de 1 mês. Posted by Picasa

quinta-feira, outubro 13, 2005

Orquídea (Oncidium papilio)


Esta é uma orquídea que comprei há dois anos atrás, ainda mudinha, sem flores.
No período de estiagem, em agosto ela floriu. Foi bonito ser surpeendida pela floração.
Tenho dúvidas quanto à família: parece ser oncidium (tipo "chuva de ouro") pois suas flores são pequenas, surgem numa única haste. A família Oncidium tem mais de 200 variedades. Não tenho idéia de qual seja esta.